quinta-feira, 27 de junho de 2013

PROFESSOR 2.0, A PROFISSÃO DO FUTURO


WRTON Web Rádio

(...) A internet traz o modelo Socrático, a Paideia, para as salas de aula. O professor 2.0 não é um mero repassador de conteúdo, ele conecta esses conteúdos. "É um catalisador de ideias. Ele é capaz de direcionar o aluno para a busca inteligente do conteúdo na rede", disse Martha.
(Caso queira ler a matéria completa acesse: 
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=33787&sid=46#.UcxLxjvVDmo)

terça-feira, 4 de junho de 2013

As 20 metas do Plano Nacional de Educação

Projeto em análise no Congresso traça objetivos para o ensino no Brasil até
Em análise no Congresso desde 2011, o Plano Nacional da Educação (PNE) traça objetivos e metas para o ensino no País em todos os níveis (infantil, básico e superior) para serem cumpridos até 2020. A meta mais polêmica é a 20, que trata do percentual do PIB que deve ser investido em educação. Para garantir o que chama de " revolução no ensino"  e o cumprimento desta meta, a presidente enviou ao Congresso, paralelamente, um outro projeto para destinar  100% dos royalties do petróleo e recursos do pré-sal em educação . 

Saiba o que prevê o PNE:

Meta 1 
Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE.

Meta 2 
Universalizar o ensino fundamental de nove anos para toda a população de seis a 14 anos e garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE.

Meta 3 
Universalizar, até 2016, o atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85%.

Meta 4 
Universalizar, para a população de quatro a 17 anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino.

Meta 5 
Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os oito anos de idade, durante os primeiros cinco anos de vigência do plano; no máximo, até os sete anos de idade, do sexto ao nono ano de vigência do plano; e até o final dos seis anos de idade, a partir do décimo ano de vigência do plano.

Meta 6 
Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.

Meta 7 
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb :

Ideb
2015
2017
2019
2021
Anos iniciais do ensino fundamental
5,2
5,5
5,7
6
Anos finais do ensino fundamental
4,7
5
5,2
5,5
Ensino médio
4,3
4,7
5
5,2

Meta 8 
Elevar a escolaridade média da população de 18 a 29 anos, de modo a alcançar no mínimo 12 anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE.)

Meta 9 
Elevar a taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5% até 2015 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional.

Meta 10 
Oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos, na forma integrada à educação profissional, nos ensinos fundamental e médio.

Meta 11 
Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% de gratuidade na expansão de vagas.

Meta 12 
Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% e a taxa líquida para 33% da população de 18 a 24 anos, assegurando a qualidade da oferta.

Meta 13 
Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75%, sendo, do total, no mínimo, 35% de doutores.

Meta 14 
Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de 60 mil mestres e 25 mil doutores.

Meta 15 
Garantir, em regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, no prazo de um ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do art. 61 da Lei nº 9.394/1996, assegurando-lhes a devida formação inicial, nos termos da legislação, e formação continuada em nível superior de graduação e pós-graduação, gratuita e na respectiva área de atuação.

Meta 16 
Formar, até o último ano de vigência deste PNE, 50% dos professores que atuam na educação básica em curso de pós-graduação stricto ou lato sensu em sua área de atuação, e garantir que os profissionais da educação básica tenham acesso à formação continuada, considerando as necessidades e contextos dos vários sistemas de ensino.

Meta 17 
Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE.

Meta 18 
Assegurar, no prazo de dois anos, a existência de planos de carreira para os profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de carreira dos profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal.

Meta 19 
Garantir, em leis específicas aprovadas no âmbito da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a efetivação da gestão democrática na educação básica e superior pública, informada pela prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação, e forma de acesso às funções de direção que conjuguem mérito e desempenho à participação das comunidades escolar e acadêmica, observada a autonomia federativa e das universidades.

Meta 20 
Ampliar o investimento público em educação de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no quinto ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 10% do PIB no final do decênio.


segunda-feira, 3 de junho de 2013

CAROS COLEGAS, TEMOS QUE APOIAR ESSA MODALIDADE

DOBRA O NÚMERO DE PAIS QUE FAZEM EDUCAÇÃO DOMICILIAR NO BRASIL 
Cerca de oitocentas famílias brasileiras, segundo a Associação Nacional de Educação Domiciliar, declaram hoje educar em casa. Em 2011, apenas quatrocentos pais afirmavam ter feito tal opção. O crescimento, no entanto, pode ser explicado por cada vez mais pessoas “saírem do armário” e expressarem abertamente a escolha.
Caso queira ler a matéria completa acesse: http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/05/29/dobra-o-numero-de-pais-que-fazem-educacao-domiciliar-no-brasil/

OS TIPOS DE LIVROS QUE LOGO TODOS TEREMOS


Aplicativos permitem fazer experiências de química e física em laboratórios virtuais e observar como corpo humano funciona.

A EvoBooks desenvolve aplicativos com conteúdos em 3D que se adéquam ao currículo do Ensino Básico e complementam os materiais didáticos tradicionais. Eles permitem, por exemplo, fazer experiências de química e física em laboratórios virtuais tridimensionais e observar como o corpo humano funciona por dentro. O ano de 2012 foi dedicado a pesquisa e desenvolvimento.Hoje a empresa tem um time de 22 pessoas, incluindo desenvolvedores e professores para dar vida aos produtos.

O MODO DE EDUCAÇÃO QUE RAPIDAMENTE SE APROXIMA


Jogos, conteúdos colaborativos e aplicativos para celulares estão revolucionando as salas de aula no Brasil, onde 72% dos estudantes já têm acesso à internet. Saiba como a tecnologia vai transformar o modo de ensinar e aprender nos próximos anos. O acesso a computadores e celulares no ambiente escolar brasileiro experimentou uma vertiginosa ampliação na última década. Em 2005, apenas 35,7% dos estudantes tinham a cesso à internet, segundo dados do IBGE. Hoje, o índice é de 72,6%. Essa invasão das tecnologias da informação e da comunicação está revolucionando a maneira de ensinar e aprender. Jogos, conteúdos colaborativos e redes sociais acadêmicas começam a entrar nas salas de aula. Nos próximos cinco anos, a transformação deve se disseminar a tal ponto que o giz e o quadro negro parecerão peças de museu. Testes por SMS, softwares sofisticados, em especial para tablets e smartphones, e aplicativos capazes de organizar as informações de acordo com as características do estudante serão a regra nas escolas brasileiras.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Uma Proposta Inovadora

NOSSO DIFERENCIAL
Pela parceria, o Grupo APRENDO! oferece REFORÇO E ACOMPANHAMENTO ESCOLAR com tutoria e acesso a ferramentas de estudo virtuais, em que cada aluno aprende de acordo com as suas necessidades e recebe um acompanhamento e reforço imediato sobre quais pontos precisa melhorar.
Nossa ideia é levar a um determinado grupo de estudantes um material educacional moderno e de alta qualidade, a custos baixos. Propomos a ensinar e aprender de uma forma diferente, baseada nas competências individuais. Nos módulos oferecidos, cada estudante pode avançar nas matérias na medida em que domina cada conteúdo. Iniciaremos com alunos do sexto ano e com eles seguiremos até o nono ano do Ensino Fundamental. É um projeto a longo prazo, de quatro anos. Mais do que oferecer simples aulas virtuais queremos ser parceiros ativos no sucesso desses alunos por um bom tempo.

EDUCAÇÃO INTEGRADA  -  Estes conteúdos seguem a metodologia de ensino transdisciplinar, ou seja, todos os assuntos estão interligados e se complementam. Deste modo, o estudante é capaz de criar “links” que guiam sua absorção de conteúdo pelas vias da coerência. Ele aprende porque vê sentido nos conceitos apresentados. É dado um TEXTO GERADOR, e dele partirão todas as atividades das Disciplinas Básicas e dos Temas Transversais segundo os PCNs. Nas aulas virtuais teremos hipertextos, videoaulas, PPS, wikis, jogos educativos, chats, fóruns etc.
Solicite mais informações pelos e-mails:  airtonbsb@hotmail.com   ou   profe.airton@gmail.com

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Proposta para Diretores de Escolas

Sr(a) Diretor(a) dessa Escola.
     É com grande satisfação que eu, professor AIRTON ANTONIO DE JESUS e demais Colegas, planejamos, produzimos e estamos implantando AULAS DE REFORÇO ON-LINE especialmente para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, das Disciplinas Básicas e dos Temas Transversais conforme os PCNs. Nosso projeto, Grupo APRENDO! dá acesso ilimitado por ano a mais de 5.000 (cinco mil) videoaulas, jogos educativos, wikis, PPS, hipertextos e outros objetos virtuais de aprendizagem com tutoria, pelo preço mensal de R$ 35,00 (trinta e cinco reais). Este custo será assim dividido:
A)     R$ 20,00 (vinte reais) por aluno, para a professora tutora que acompanhará a classe virtual;
B)     R$ 5,00 (cinco reais) por aluno, para os portais AVA/IESDE/Studi (nossas salas de aulas virtuais);
C)     R$ 5,00 (cinco reais) por aluno, para a produção e coordenação geral das aulas;
D)     R$ 5,00 (cinco reais) por aluno, para a APAM da sua escola.
     Nossa proposta é começar com os alunos do 6º ano e, a partir de 2014, serão 6º e 7º anos; a partir de 2015, 6º, 7º e 8º anos; e assim por diante até os atuais estudantes do 6º ano chegarem ao 9º ano. Desse modo, estaremos promovendo um completo ACOMPANHAMENTO ESCOLAR de quatro anos consecutivos, e não simples aulas de reforço pontuais no Ensino Fundamental.
     Eis aqui algumas perguntas e respostas prováveis de seu interesse:
1-      Qual a metodologia a adotada? Será o método integrado, interdisciplinar, interativo e totalmente pela Internet, acompanhamento tutorial, privilegiando a autoaprendizagem do educando.
2-      Qual a carga horária mensal? Serão 40 horas de estudos por mês assim divididos: 16 horas on-line com a professora tutora e 24 horas de interação com os colegas da classe virtual.
3-      Como será feito o pagamento das mensalidades? O pagamento, feito pelos pais ou responsáveis dos alunos, será diretamente nas casas lotéricas e no melhor dia a escolher.
4-      Como a APAM de minha escola receberá as contribuições? A contribuição mensal para a APAM será com depósitos mensais em conta-corrente e banco à escolha do (a) diretor (a) da escola. Tua escola poderá receber a primeira contribuição mensal até 30 de setembro deste ano.
5-      Quantos alunos minha escola poderá inscrever nesse Projeto? Indeterminado. O número de alunos será dividido por 40 formando classes virtuais de aprendizagem e cada classe virtual terá uma professora tutora responsável pelo acompanhamento desses alunos.
6-      Como inscrever os alunos de minha escola? Divulgando o Projeto junto às classes de 6º ano, relacionando-os e enviando para um dos e-mails abaixo a relação dos alunos de sua escola e seus respectivos e-mails para remessa do material (no caso, e-mails dos pais ou responsáveis dos alunos), os quais receberão todos os detalhes de como participar das nossas atividades educativas.
7-      Quando poderei fazer este trabalho? A qualquer momento. Estamos organizando as turmas que terão  início de suas atividades previsto para a primeira semana do próximo mês de agosto.
Meus caros, estamos à sua disposição para maiores detalhes.
Att.
Prof. Airton Antonio de Jesus
Coordenador Geral

(Professor aposentado de Brasília-DF, licenciado em Geografia pelo UniCeub-DF, Magistério e PPPCEaD pelo Senac_PR)