quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sobre alguns objetos de aprendizagem


1-      (...) realizou um exercício para que os estudantes procurassem, recortassem, copiassem e colassem imagens e textos que explicassem os conceitos (...). Como usar este recurso em nosso projeto?
2-      (...) pesquisa da Faculdade de Educação (FE) da USP, que questiona a visão da escola como único e centralizador polo de difusão de conhecimentos, e enxerga na cultura libertária da internet a inspiração para mudanças estruturais na educação, como as “comunidades de aprendizagem”. Muitos já dizem “prof. Google”, “Dr. Google”... Você acha que a Internet poderá tomar o lugar ocupado pela escola? Justifique.
3-      Os principais usos da internet apontados pelos entrevistados da EJA foram: realização de pesquisas gerais, utilização de redes sociais e e-mails, downloads de filmes e músicas, e recreação com jogos online. Como adaptar este hábito a favor da educação?
4-      “A EJA é o primo pobre da educação”, relata a professora. Como possível saída para o impasse, Bianca propõe a reflexão acerca das “Comunidades de Aprendizagem”. O que são comunidades de aprendizagem?
5-      “A escola não tem que necessariamente resolver tudo, e a educação popular no campo da EJA, a exemplo da internet, deveria ter currículos abertos, flexíveis e conectados a seus alunos, que já possuem muitos saberes e experiências de vida.” O que são currículos abertos? Cite alguns exemplos.
6-      Segundo Ben Curran, criar um blog, para muitos, é sinônimo de “trabalheira”, mas o especialista garante que vale a pena. “É importante que os alunos tenham seus textos lidos por mais pessoas do que apenas pelo professor”. Você concorda ou não com esta afirmação? Por quê?
7-      O KidBlog, desenvolvido especialmente para que professores e estudantes criem seus blogs individuais. Você usaria o blog em sua prática pedagógica? Como?
8-      “Não precisamos de sala, precisamos de gente. Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de aprendizado. Não precisamos de livros, precisamos ter todos os instrumentos possíveis que levem o menino a aprender”. (...) “As escolas têm grades, têm currículo. É uma cadeia, uma prisão. Em vez de ela ser um espaço gerador de conhecimento, ela aprisiona conteúdos e determina que tipos de conteúdo os meninos precisam aprender – uma visão absolutamente equivocada.” Qual sua opinião sobre estas afirmações?

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