1- (...) realizou um exercício para que
os estudantes procurassem, recortassem, copiassem e colassem imagens e textos
que explicassem os conceitos (...). Como usar este recurso em nosso projeto?
2- (...) pesquisa da Faculdade de
Educação (FE) da USP, que questiona a visão da escola como único e
centralizador polo de difusão de conhecimentos, e enxerga na cultura libertária
da internet a inspiração para mudanças estruturais na educação, como as
“comunidades de aprendizagem”. Muitos já dizem “prof. Google”, “Dr. Google”...
Você acha que a Internet poderá tomar o lugar ocupado pela escola? Justifique.
3- Os principais usos da internet
apontados pelos entrevistados da EJA foram: realização de pesquisas gerais,
utilização de redes sociais e e-mails, downloads de filmes e músicas, e
recreação com jogos online. Como adaptar este hábito a favor da educação?
4- “A EJA é o primo pobre da educação”,
relata a professora. Como possível saída para o impasse, Bianca propõe a
reflexão acerca das “Comunidades de Aprendizagem”. O que são comunidades de
aprendizagem?
5- “A escola não tem que necessariamente
resolver tudo, e a educação popular no campo da EJA, a exemplo da internet,
deveria ter currículos abertos, flexíveis e conectados a seus alunos, que já
possuem muitos saberes e experiências de vida.” O que são currículos abertos?
Cite alguns exemplos.
6- Segundo Ben Curran, criar um blog,
para muitos, é sinônimo de “trabalheira”, mas o especialista garante que vale a
pena. “É importante que os alunos tenham seus textos lidos por mais pessoas do
que apenas pelo professor”. Você concorda ou não com esta afirmação? Por quê?
7- O KidBlog, desenvolvido especialmente
para que professores e estudantes criem seus blogs individuais. Você usaria o
blog em sua prática pedagógica? Como?
8- “Não precisamos de sala, precisamos
de gente. Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de aprendizado. Não
precisamos de livros, precisamos ter todos os instrumentos possíveis que levem
o menino a aprender”. (...) “As escolas têm grades, têm currículo. É uma
cadeia, uma prisão. Em vez de ela ser um espaço gerador de conhecimento, ela
aprisiona conteúdos e determina que tipos de conteúdo os meninos precisam
aprender – uma visão absolutamente equivocada.” Qual sua opinião sobre estas afirmações?
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