quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sobre o uso de jogos como objetos de aprendizagem


1-      “Existe sempre essa tensão entre o amor ao conhecimento e a necessidade de estudar para entrar na faculdade. Dependendo da situação, é possível combinar essas abordagens, mas é importante evitar a hipercompetitividade e o culto à performance que torna a escola excludente e pouco democrática”. Qual sua opinião sobre a “meritocracia”?
2-      De acordo com o diretor de marketing da Mind Lab, Claudio Franco, tanto os jogos físicos quantos os digitais podem ser utilizados em diversas disciplinas, já que o objetivo é desenvolver habilidades que transcendam a sala de aula para a vida cotidiana, colaborando para a solução de problemas e tomada de decisões. Cite algumas vantagens e desvantagens do uso de jogos como objetos de aprendizagem?
3-      “Ficou evidente que sem o professor ou o mediador o conteúdo educacional fica em segundo plano”. No jogo como recurso pedagógico como deve ser a atuação do professor e no nosso caso, o professor-tutor?

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